Cipm.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Quando eu achava
E quando eu achava
Que a vida eram
Três palavras,
Tu ensinaste-me
Que dentro dessas
Existem muitas outras.
Quando eu achava
Que o tamanho do coração
Era medida pela mão,
Eu ensinei-me
Que ele é muito maior que isso.
Quando eu achava
Que a distância
Matava o amor,
Ele ensinou-me
Que a única coisa
Que ela pode matar
É a felicidade.
Quando eu achava
Que estava impedida
De lutar,
A vida ensinou-me
Que os únicos capazes
De nos impedir,
Somos nós próprios.
Cipm.
Que a vida eram
Três palavras,
Tu ensinaste-me
Que dentro dessas
Existem muitas outras.
Quando eu achava
Que o tamanho do coração
Era medida pela mão,
Eu ensinei-me
Que ele é muito maior que isso.
Quando eu achava
Que a distância
Matava o amor,
Ele ensinou-me
Que a única coisa
Que ela pode matar
É a felicidade.
Quando eu achava
Que estava impedida
De lutar,
A vida ensinou-me
Que os únicos capazes
De nos impedir,
Somos nós próprios.
Cipm.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
*Happy Valentine's Day*
Tenho medo de ficar presa atrás das grades deste amor que nem uma prisão é.
Cipm.
E porque hoje é o dia dos namorados, aqui fica um novo vídeo.
Ainda bem que o amor não engorda!
Cipm.
Cipm.
E porque hoje é o dia dos namorados, aqui fica um novo vídeo.
Ainda bem que o amor não engorda!
Cipm.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O amor que o amor sentirá
Quando o amor se apaixonar pela tristeza, não vai ser a inspiração a ajudá-lo a escrever.
Vai ser o amor que o amor sentirá.
Cale-se rejeição.
Eu não vou cair na mentira.
Não vale a pena confiança,
Desta vez eu não acredito na felicidade.
Desta vez eu acredito na tristeza.
Não, eu não acredito nas lágrimas,
No sofrimento.
Acredito que posso ser feliz ao lado de quem quero,
Acredito na tristeza.
By: Love.
Cipm.
Vai ser o amor que o amor sentirá.
Cale-se rejeição.
Eu não vou cair na mentira.
Não vale a pena confiança,
Desta vez eu não acredito na felicidade.
Desta vez eu acredito na tristeza.
Não, eu não acredito nas lágrimas,
No sofrimento.
Acredito que posso ser feliz ao lado de quem quero,
Acredito na tristeza.
By: Love.
Cipm.
Between words
Tristeza: E como não me esqueces-te?
Amor: Tu sabes o quão próximo eu era da palavra lutar.
Porque as palavras são pequenas mas sabem sentir.
Cipm.
Amor: Tu sabes o quão próximo eu era da palavra lutar.
Porque as palavras são pequenas mas sabem sentir.
Cipm.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Céu
Olho para baixo. Já passei por tantos e por tantas. Esta é só mais uma.
Um quadrado aqui, um quadrado ali, fazemos de tudo menos andar ao ritmo da música.
Já repetimos a dança tantas vezes que nem preciso de olhar para os pés. De qualquer maneira, ela fá-lo.
Cada vez estamos mais perto da baliza. Daqui nada vamos contra ela.
Sinto-me uma andorinha a voar por um céu vermelho. Uma andorinha inexistente, num céu inexistente.
Enquanto ela olha para baixo eu vou pensando em memórias. Imagino estar a dançar com um homenzinho, não com uma mulherzinha. Enfim, os meninos são tão poucos que dançamos quase sempre com as meninas. Sim, meninos. Sim, meninas. De qualquer maneira passei por alguns deles. Para mim acaba por ser o mesmo. Danço com todos menos com o que quero.
Ele está longe, está depois do céu vermelho inexistente. Preciso de sobrevoá-lo todo. O problema é que as únicas asas que tenho são as da imaginação.
E se fosse por aí, não teria apenas atravessado o céu vermelho, como o verde e o azul. O azul das pessoas normais. Aquelas que não pensam no que não existe. Ou pelo menos não o expressam.
A música não acaba. Já estamos fartos do mesmo passo. A verdade é que aprendemos mais que aquele, mas poucos são os que não têm medo de fazer o outro. Poucos são os que não têm medo de o errar. Não que fossem cair, mas só porque o errariam.
A música acaba.
Lá vamos nós a carregar os colchões que as pessoas da turma anterior deixaram por terem estado a fazer salto em altura.
Adeus ao mundo da imaginação. Bem vinda ao mundo do céu azul.
Agora já não tenho asas para voar o céu vermelho. Agora tenho pernas para me apressar para o carro. O carro que talvez não goste, mas também vive no mundo do céu azul.
Cipm.
Um quadrado aqui, um quadrado ali, fazemos de tudo menos andar ao ritmo da música.
Já repetimos a dança tantas vezes que nem preciso de olhar para os pés. De qualquer maneira, ela fá-lo.
Cada vez estamos mais perto da baliza. Daqui nada vamos contra ela.
Sinto-me uma andorinha a voar por um céu vermelho. Uma andorinha inexistente, num céu inexistente.
Enquanto ela olha para baixo eu vou pensando em memórias. Imagino estar a dançar com um homenzinho, não com uma mulherzinha. Enfim, os meninos são tão poucos que dançamos quase sempre com as meninas. Sim, meninos. Sim, meninas. De qualquer maneira passei por alguns deles. Para mim acaba por ser o mesmo. Danço com todos menos com o que quero.
Ele está longe, está depois do céu vermelho inexistente. Preciso de sobrevoá-lo todo. O problema é que as únicas asas que tenho são as da imaginação.
E se fosse por aí, não teria apenas atravessado o céu vermelho, como o verde e o azul. O azul das pessoas normais. Aquelas que não pensam no que não existe. Ou pelo menos não o expressam.
A música não acaba. Já estamos fartos do mesmo passo. A verdade é que aprendemos mais que aquele, mas poucos são os que não têm medo de fazer o outro. Poucos são os que não têm medo de o errar. Não que fossem cair, mas só porque o errariam.
A música acaba.
Lá vamos nós a carregar os colchões que as pessoas da turma anterior deixaram por terem estado a fazer salto em altura.
Adeus ao mundo da imaginação. Bem vinda ao mundo do céu azul.
Agora já não tenho asas para voar o céu vermelho. Agora tenho pernas para me apressar para o carro. O carro que talvez não goste, mas também vive no mundo do céu azul.
Cipm.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Talvez
Talvez o sonho de todas as pessoas seja voar para poderem ver o mundo que não conhecem.
Talvez as pessoas não gostem de deixar cair coisas por terem medo não as poderem voltar a apanhar.
Talvez as pessoas tenham medo do mar por ele ser algo que não tem fim.
Talvez eu não viva na Terra. Talvez eu viva no mundo do talvez.
Cipm.
Talvez as pessoas não gostem de deixar cair coisas por terem medo não as poderem voltar a apanhar.
Talvez as pessoas tenham medo do mar por ele ser algo que não tem fim.
Talvez eu não viva na Terra. Talvez eu viva no mundo do talvez.
Cipm.
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