segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Tão igual, tão diferente

Tão igual,
Tão diferente, 
Por ser parecida a mim,
Por ser mais especial.


Pena devem ter os outros,
De não a conhecer.
Cá eu tive essa sorte,
E bem a ser reconhecer.


Tão igual, 
Tão diferente.
Por sentir o mesmo que eu
Sem por isso se sentir mal.


Quem lágrimas lhe fez,
Com certeza já teve a sua vez.
Só fico triste por haver
Quem não pode mas a quer conhecer.


Um dia quando tudo for diferente,
De certeza ela ficará contente.
Até lá vivemos neste Universo,
Nosso Universo de sentimentos,
Vosso Universo de julgamentos.



Cipm.



Poema inspirado no poema "Lágrima de Preta" de António Gedeão.